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Artigo: Petrobrás - executivo ensina como conquistar uma das vagas

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Olá concurseiros. Neste domingo, 27 de fevereiro, 338.635 inscritos terão a oportunidade de responder a prova objetiva que definirá os 839 novos funcionários da Petrobras, a não ser para posições que terão também a aplicação de teste físico e exame discursivo.

A essa altura, na corrida pelo emprego público, os estudos finais estão a pleno vapor e toda ajuda, no sentido de tornar menos dolorosa a etapa de seleção, é bem-vinda. Ainda mais quando parte do gerente de efetivo de recursos humanos da companhia.

Acompanhe a entrevista que Lairton Correa concedeu ao JC&E e aprenda quais atitudes podem encurtar o caminho entre você e as chances.

Jornal dos Concursos & Empregos - Quais são os conhecimentos pedidos no exame objetivo?
Lairton Correa - A prova é composta por dois blocos. Na primeira parte são pedidos conhecimentos básicos, como português, matemática e idiomas. No segundo bloco são os conhecimentos específicos. E, por isso, cada cargo tem uma exigência, que pode ser facilmente entendida, porque no edital estão especificadas quais são as matérias e o que o aluno deve estudar.

JC&E - Para o cargo de auditor haverá também teste discursivo. O que é importante para o concursando fazer uma boa prova?
LC - O candidato precisa ter uma boa redação, um bom português, para que possa expressar, claramente, o pensamento que tem sobre o assunto solicitado. Ele deve colocar um bom preâmbulo do que quer defender ou expor, preparar um bom conteúdo e finalizar com uma análise clara do que respondeu.

JC&E - Os pretendentes à função de inspetor de segurança interna não farão teste discursivo, exclusivo aos auditores, mas precisarão passar por prova física. Como quem almeja essa carreira deve se preparar para ser um dos quatro escolhidos?
LC - A prova de condicionamento físico visa testar a capacidade física e orgânica do candidato. Se olharmos bem edital, veremos que o documento explicita os testes que serão aplicados como, por exemplo, corrida de 12 minutos, barra e flexão.
Eu aconselho que o concursando olhe o edital, releia essa parte e se prepare para a condição que terá de enfrentar.

JC&E – Em termos gerais, que dicas o senhor dá para os candidatos que vão tentar as 839 vagas oferecidas pela Petrobras?
LC – Como a concorrência é grande, a gente sempre sugere aos candidatos que estudem com calma e antecedência. E não adianta, no último dia, virar a noite estudando, porque quem fizer isso vai chegar para fazer a prova cansado, esgotado.
Também é importante fazer uma alimentação leve e ir para a prova com a roupa mais confortável possível, para não se sentir incomodado durante a realização do exame.
Outras recomendações são ler e reler o edital olhando, exatamente, que tipo de material deve ser levado para o teste e a que horas os portões da escola onde será feita a prova serão abertos e fechados. Conferir o endereço da localidade é essencial. Tudo isso é extremamente importante para que o candidato faça uma prova tranquila, diminuindo o máximo possível da ansiedade.

JC&E - Para trabalhar na Petrobras é exigida apenas a formação técnica. A empresa oferece algum treinamento aos contratados?
LC - A companhia complementa a formação para trabalhos específicos. Para isso, nós temos a Universidade Petrobras, que é voltada àqueles que vão ocupar cargos de nível superior. Para as funções de nível médio, o selecionado receberá o treinamento necessário na unidade em que for alocado.

JC&E - Dependendo do cargo, quanto tempo dura os treinamentos?
LC - Se for a carreira de engenharia, o funcionário pode ficar até 12 meses em formação como empregado, ou seja, ao invés de ir para o trabalho, vai para a Universidade Petrobras e fica estudando até completar o curso.
Para as ocupações de nível médio, a variação pode ser de 12 a 18 meses. Nesse período o empregado terá aulas teóricas e uma parte prática, que são os estágios nas unidades.

JC&E - Mesmo em formação, esse empregado recebe o salário e os benefícios que constam no edital para o cargo.
LC - Exatamente. Assim que é admitido, ele vai para a formação e recebe o salário como se estivesse trabalhando de fato. Também faz jus a todos os benefícios divulgados no edital.

JC&E - Em que posição e com qual salário o concursado entra na Petrobras, e até onde ele pode chegar, também em termos de remuneração?
LC - Todas as nossas carreiras têm os estágios de júnior, pleno e sênior. A pessoa entra como júnior e, dependendo do desempenho, vai agregando um nível salarial até que tenha condições de ser promovido de júnior para pleno e de pleno para sênior. Esses avanços de estágios se dão anualmente, conforme a avaliação do funcionário no Programa de Gerenciamento de Desempenho.
A remuneração tem uma variação de acordo com o nível e o cargo. Para um júnior com ensino médio o valor parte de R$ 1.600 e pode chegar a R$ 2.100. Se olharmos o nível superior, nos cargos de administração, começa com R$ 1.700 e vai a R$ 6.300.
Evidente que se for exercer as atividades em regime de embarcado, por exemplo, o funcionário vai ter uma adicional de embarque, e assim sucessivamente. São adicionais dados de acordo com o regime de trabalho e a localidade.
O plano de cargos é feito para que a pessoa passe a vida profissional na organização.

JC&E - Quais são os benefícios ofertados para os aprovados de nível médio e superior?
LC - Além das vantagens comuns a todas às grandes empresas, eu gostaria de ressaltar que nós temos uma assistência médica coletiva, educação escolar para o empregados e os filhos, farmácia para remédios de uso contínuo, concedidos por reembolso, previdência complementar e outros benefícios presentes nos acordos coletivos e nas normas da companhia.

JC&E - Com uma concorrência de pouco mais de 403 para 1, muitos terão de esperar novas seleções para ingressarem na Petrobras. Já há previsão para o lançamento de novos concursos?
LC - A Petrobras tem previsto, até 2013, seis mil vagas a serem preenchidas. Nossa expectativa é que sejam deflagrados dois processos seletivos por ano.
Para abrir um concurso público eu dependo da demanda do pedido de cada área da companhia então, provavelmente, haverá uma segunda seleção em 2011.

JC&E - Seis mil chances são suficientes para suprir a demanda de pessoal de uma empresa como a Petrobras?
LC – É interessante saber que as seleções estão ligadas às estratégias da companhia. Isso significa atender às demandas de possíveis expansões. Então, se está prevista uma nova unidade, uma nova plataforma, ou a reforma de refinaria há uma demanda por pessoas, e esses profissionais precisam estar preparados antecipadamente.
Nesse planejamento, até 2013, um pouco das vagas será para repor empregados que vão se aposentar ou sair da companhia, mas a grande maioria será para as expansões, o que inclui o pré-sal.

JC&E - Quais deverão ser os cargos oferecidos nessas próximas seleções?
LC - São praticamente os mesmos do concurso atual. Na Petrobras, a maioria das oportunidades são voltadas para a linha operacional, tanto para engenheiro quanto para técnico, de nível médio.
Os próximos processos seletivos devem abrir chances, novamente, para engenheiro (naval, civil, de manutenção), geólogo, geofísico, e para cargos de técnico de operações, de perfuração de poços, de segurança.

Fonte: jcconcursos.com.br (um de nossos parceiros)
Um abraço!

Magistratura: emprego de juiz no TJ-SP exige dedicação total

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Olá concurseiros. No último dia 26 de janeiro, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo encerrou a fase de cadastro para 193 vagas de juiz substituto. O Guia para Concursos resolveu divulgar a excelente matéria de um dos nossos parceiros mais dedicados (a jcconcursos). Trata-se de uma reportagem com uma autoridade da área para esclarecer algumas dúvidas e fornecer algumas dicas a quem almeja cargos na magistratura.
Agora, intensifica-se uma nova fase para os inscritos: a de preparação, tanto quanto ao conteúdo programático das provas quanto à ratificação de que o emprego público é que o que mais se afina à sua personalidade e interesses profissionais, candidato.

Pensando nisso, o Jornal dos Concursos & Empregos traz, com exclusividade, um bate-papo com o desembargador José Renato Nalini a respeito das etapas de seleção do concurso, segredos para se sair bem nas provas, previsão de convocação, entre outros assuntos. Confira!

Jornal dos Concursos & Empregos - Qual o déficit atual de funcionários no TJ/SP?
José Renato Nalini - Se nós pensarmos nos juizes, nós já temos muito mais do que esses 193, porque a magistratura é dinâmica e tem mais de 2.000 juizes em atividade. Contando que eles falecem, se aposentam, se exoneram, o quadro é sempre dinâmico.

Eu acredito que até o final desse 183º concurso nós tenhamos cerca de 300 vagas de juiz substituto. Então, é uma grande chance para 3000 jovens se tornarem juiz no Estado de São Paulo.

JC&E – O cargo com maior desafagem é o de juiz, ou para escrevente o cenário é semelhante?
JRN – Também existe um déficit para escrevente, porque nós temos a questão da Lei de Responsabilidade Fiscal, que não permite que haja mais de 60% de dispêndio em pessoal.
São quase 60 mil funcionários, então, tem gente saindo, morrendo, se aposentando, e o quadro vai mudando, e para menor.

JC&E - Quais são as exigências para o cargo de juiz?
JRN – O candidato precisa ter o grau de bacharel em ciências jurídicas, três anos em atividade jurídica e se inscrever. Os requisitos são os mesmos, praticamente, para todas as carreiras jurídicas, como promotor, procurador do Estado, defensor, delegado.

Mas a carreira de juiz é bem diferenciada. Talvez seja aquela que o Estado consiga remunerar de uma forma adequada. Os vencimentos se aproximam a R$ 20 mil, no início. E, no começo de carreira, um advogado não recebe esse valor.

Por isso, é muito importante que nós façamos uma boa seleção, porque o povo vai remunerar durante toda a vida desse profissional um salário que tende a crescer com o tempo.

JC&E - Além da remuneração mensal, que outros benefícios os aprovados no concurso para juiz terão direito?
JRN – O serviço estatal é considerado relevante, portanto, inclui todos os acréscimos por tempo de trabalho, licença-prêmio. Ou seja, existe uma série de vantagens, mas não são elas que devem atrair os candidatos.

A vida de juiz é sacrificada, marcada por uma rotina de quem tem de resolver problemas, então, o tribunal precisa de gente que queira trabalhar, que pense na carreira como uma vocação, como um sacerdócio.

Precisamos de pessoas que se condoam com a sorte do povo e promovam uma justiça mais rápida, porque ela é muito lenta. E a justiça que tarda tende a ser injustiça. Precisamos de gente consciente, com muita ética.

JC&E - Quais são as atribuições de um juiz?
JRN - Quando forem aprovados, os candidatos vão assumir comarcas que têm vagas à espera de juizes. Eles terão, garanto, uma mesa com milhares de processos à espera e terão de despachar, atender advogados, fazer audiências e, principalmente, decidir e proferir sentenças. Não vão poder ficar procrastinando a prestação jurisdicional, hesitando, pensando muito. Não há necessidade de muita meditação, porque hoje nós estamos precisando de obreiros, de gente que trabalhe.

Aos futuros juízes eu digo: não tenha receio de decidir, da melhor forma possível, de acordo com a sua consciência e a lei, porque o país, infelizmente, tem quatro instâncias. Então, a sentença do juiz será submetida ao tribunal. Nós estamos aqui para avaliar, corrigir alguma coisa ou adequar, se houver necessidade e, depois, o processo pode chegar ao Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, e, ainda, ao Supremo tribunal Federal.

Um processo tem cerca de 20 anos de duração, então, precisamos que o juiz de primeiro grau seja um produtor de sentenças e não um produtor de doutrina, de jurisprudência muito erudita.

JC&E - Os inscritos passarão por quais etapas de seleção?
JRN - Estamos em uma nova fase, pois é a primeira vez que o Estado de São Paulo faz um concurso à luz da resolução nº 75 de 2009, do Conselho Nacional de Justiça, que previu a necessidade de juízes mais sensíveis, mais éticos e, por isso, incluiu nos exames a exigência de conteúdos de ética, filosofia, sociologia, teoria política, técnica de argumentação e conciliação. Decorar não adianta nada para esse concurso.

Será aplicada uma grande prova preâmbular, de questões objetivas. Depois, os classificados farão provas de matérias propedêuticas (psicologia judiciária, ética, filosofia etc). Em seguida, haverá a redação de duas sentenças, sendo uma civil e outra criminal, seguidas de provas orais, avaliação de títulos e exames médicos.

É um concurso que tem duração prevista pelo CNJ de 18 meses. É uma corrida de obstáculos, mas nossa intenção é recrutar da melhor forma possível e dotar o Estado de São Paulo de juizes que atendam as expectativas deve povo, que é a maior população do Brasil, sequiosa de justiça mais eficiente.

JC&E - Qual dica o senhor dá para os inscritos obterem bons resultados nas avaliações?
JRN - Primeiro, é que eles pensem bem se querem ser juízes. Quem procura a magistratura como emprego estará mal servido, porque é muito sacrificante. Quem tem consciência sabe que precisa trabalhar sábado, domingo, final de semana, à noite, além de levar trabalho para casa.

Se a vocação existe, é uma alegria. A missão de ser um juiz é gratificante pela resolução dos problemas humanos. O juiz tem condição, se ele quiser, de devolver o patrimônio, a liberdade, os filhos; tudo aquilo que a pessoa sofreu de prejuízo.

Minha dica é que procurem estudar, principalmente ética, o Estatuto da Magistratura e verificar tudo o que se pode perquirir a respeito. Também é importante lembrar a filosofia de Aristóteles, que foi quem melhor forneceu alguns instrumentos de ética no livro “Ética Nicômaco” que até hoje são válidos, e procurar fazer a prova tranquilo e escrevendo um bom português, porque o juiz só tem uma arma de trabalho, que é a linguagem.

JC&E - De que forma os aprovados serão distribuídos no Estado de São Paulo?
JRN - No momento em que houver a nomeação, o presidente do tribunal fará uma reunião mostrando aos aprovados onde estão as vagas e eles optarão, de acordo com a classificação. Mas a escolha é provisória, porque quando eles ingressarem muitas comarcas terão vagas por conta de promoções, falecimentos ou aposentadorias.

JC&E - Como funciona a progressão na carreira dentro do tribunal?
JRN - O juiz substituto se inscreverá para uma comarca inicial e, se quiser sair, se cadastrará para uma comarca de nível intermediário, partindo, em seguida para um concurso de promoção e para uma comarca de entrância final. O ponto final é o tribunal.

Uma das vantagens que o juiz tem é a estabilidade. Assim, se ele quiser permanecer onde está, não precisa sair. A variação no salário não é muito grande em relação à remuneração inicial.

JC&E – Já há previsão de lançamento de novos concursos pelo TJ/SP?
JRN - Não tenho esses dados, mas evidentemente vai haver. Um concurso que é muito interessante é o das delegações extrajudiciais (cartórios de notas, registro de móveis, das pessoas naturais), que não têm o problema da magistratura, que é a aposentadoria compulsória.


Fonte: jcconcursos.com.br (um de nossos parceiros)

Um abraço!

INSS: Tire suas dúvidas sobre questões de prova

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Olá concurseiros. Em caráter de projeto de lei, sob o número 5914/2009, o próximo concurso do INSS aguarda aprovação do Senado e a sanção presidencial para que sejam abertos 500 postos de perito médico e 624 cargos em diversas comissões.

Mas para que você direcione seus estudos a partir de agora e, assim, possa obter melhores resultados nas provas, o Jornal dos Concursos e Empregos traz, em parceria com a rede LFG de ensino, a análise de 80 perguntas preparadas por concursandos ou retiradas de provas anteriores sobre temas recorrentes nas avaliações.

Os esclarecimentos são dados pelo professor e auditor da Previdência Social desde 2001, Ítalo Romano.

Clique sobre os links abaixo e aprimore seus conhecimentos a respeito de seguro-maternidade, auxílio doença, pensão, aposentadoria social, entre outros assuntos:










Um abraço!

Especialistas revelam o segredo de uma boa redação

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Olá concurseiros. Sair-se bem em uma prova de redação - que nada mais é que um teste para averiguar a capacidade do estudante em opinar e refletir -
soa para alguns um feito quase impossível ou inatingível. Muitos acreditam que, preocupando-se exageradamente com a gramática e rebuscando a forma de redigir o texto, alcançarão nota máxima na avaliação.


A Diretora Executiva da FUVEST, Professora Maria Thereza Fraga Rocco, afirma que o melhor conselho a ser dado a quem vai fazer uma redação, seja ela da FUVEST ou não, é jamais fugir ao tema proposto. “O texto criado deve corresponder/responder à proposta feita”, enfatiza ela. “Produzir um texto que nada tenha a ver com o tema proposto é o pior erro que os candidatos podem cometer em redações de vestibulares”, alerta a professora.


É importante também fugir das opiniões do senso-comum, tampouco ficar "em cima do muro" (ora contra, ora a favor do tema). A falta de argumentos convincentes é facilmente detectada pelos examinadores, deixando o texto vazio.


O professor de cursos pré-vestibulares, Nélson Sartori, que ministra vídeo-aulas de Língua Portuguesa (Interpretação de Textos), na Área Vip do site JCConcursos, afirma que o importante, nesta prova, é iniciá-la lendo com calma a proposta do texto motivador e destacando seus pontos mais importantes. Em seguida, Sartori frisa que é fundamental selecionar argumentos que se identifiquem com a proposta.

E como conseguir tantos bons argumentos para um texto? A resposta você, vestibulando, já deve saber de cor: ler, ler e ler, depois escrever, escrever e escrever. Ninguém vira um ás da redação sem muito treino e diversas horas de leitura.

O hábito de ler ajuda a desenvolver a escrita, garante a professora de cursinhos pré-vestibulares, Rosana Garcia. “E quem redige textos frequentemente assimila com mais facilidade alguns padrões de textualidade”, informa a docente.

Outra dica da professora é ler artigos, editoriais, crônicas e textos assinados, que emitam opinião sobre um determinado tema. Assim, o vestibulando assimilará quais os melhores momentos para evidenciar suas próprias opiniões.

Rosana também chama atenção para os erros de gramática, que podem tirar alguns pontinhos do vestibulando conforme seu nível de gravidade. "Se o errinho cometido no texto interferir em seu sentido, ele será considerado pelos examinadores", garante a professora.

Com relação ao tipo de letra utilizado (se cursiva ou de forma), a docente diz que ela não precisa ser bonita, mas sim legível, pois do contrário não será possível corrigir o texto.

“Receita de bolo”  - O professor Sartori dá uma verdadeira “receita de bolo” para quem quer se sair muito bem nesta tão temida prova. Para facilitar a vida do vestibulando, ele elencou suas dicas em tópicos. Não deixe de segui-las à risca:

* Ler a proposta e destacar os pontos mais importantes dentro do texto motivador;


* Selecionar argumentos que se identifiquem com a proposta, que gerem tese adequada ao tema apresentado;
* Ter clareza de linguagem, sem vocabulário preciosístico (não exagerar nas palavras rebuscadas);
* Fazer períodos curtos com informações diretas, organizar o texto em parágrafos, que apresentem os argumentos selecionados;
* Dar visão clara ao examinador da estrutura de sua redação (começo, meio e fim), para que haja progressão do texto;
* Muita atenção com conectivos que estabeleçam coesão textual, para que não se comprometa a lógica do texto (coerência);
* Se solicitado pela banca, dê título à redação que represente com clareza a tese desenvolvida;
* Faça um rascunho e verifique possíveis erros antes de passar o texto a limpo (a estética é um dos fatores de sedução do leitor, alerta o professor Sartori!);
* Verifique nesse momento se há muitas palavras repetidas e as substitua por sinônimos ou outros temas que as represente;
* Finalmente, tente fazer uma letra legível, pois do contrário todo o seu esforço pode ser comprometido pela dificuldade de legibilidade.
Tema - A FUVEST disponibilizou em seu site 53 exemplos das melhores redações obtidas em seu último vestibular, que teve como tema “Um mundo por imagens”, considerado bastante complicado à época por muitos professores de cursinhos e por vestibulandos que fizeram a prova. Os textos foram digitalizados e estão disponíveis para leitura no endereço eletrônico http://www.fuvest.br/vest2010/bestred/bestred.html.
Para o vestibular deste ano, o docente de Língua Portuguesa da Área Vip do JCConcursos aposta em temas da atualidade, o que já vêm se tornando uma rotina em avaliações deste porte. “Geralmente o tema é focado em atualidades, que permita observar no candidato a sua capacidade de comunicação escrita objetiva sobre variados assuntos”, revela Sartori.


Fonte: jcconcursos.com.br




Um abraço!

Servidora do INSS orienta candidatos ao concurso

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Olá concurseiros. Claudia Oliveira, analista do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e, desde de 2006, também professora de Legislação Previdência é o que se pode chamar de um exemplo para quem deseja concorrer ao concurso para área de atendimento da autarquia, que deverá ter oferta de 2.500 vagas (2 mil para técnico e 500 para analista). "É preciso ter autoestima elevada, tem que se sentir capaz, acreditar e fazer a sua parte. Estudar, estudar e estudar", frisou, ao lembrar que não foi fácil conseguir a aprovação.


Segundo ela, o concurso é fundamental para o INSS já que a autarquia necessita de mais profissionais. "O INSS criou várias agências e ainda outras serão construídas em 2011. Então, será preciso um número maior de servidores".

Para passar no concurso, Claudia, teve uma rotina exaustiva semelhantes à de milhares de concurseiros, no entanto, segundo ela, o determinante em sua trajetória foi saber tirar proveito da experiência oriunda da preparação para outros concursos. "Eu já vinha me preparando para outras seleções, especialmente, para a de auditor da Previdência Social. Eu me dedicava bastante. A experiência que tive foi primordial para conseguir a vaga. Todo esforço valeu a pena", ressaltou.

Lotada na Gerência Executiva Norte/RJ, Claudia falou sobre as atribuições do analista. "Nós atuamos na análise dos vínculos empregatícios dos segurados, analisamos toda a documentação com muito critério e responsabilidade. É quase uma investigação".

Segundo ela, o altruísmo é umas das principais características que deve ter um servidor público, especialmente, o do INSS. "Lá você trabalha realmente para o público, cada atendimento em prol do segurado", salientou.

Para Claudia, além dos bons vencimentos oferecidos, quem trabalha no INSS tem a oportunidade de crescer profissionalmente em uma das principais autarquias da esfera federal. Atualmente, os vencimentos são de R$2.980 para técnico e R$3.280 para analista, sendo que com a gratificação de desempenho os valores podem ser elevados a R$4.917 e R$5.580, respectivamente - já incluso o auxílio-alimentação de R$304.

A Candidata virou professora - Em 2005, um pouco antes de ser aprovada no concurso, Claudia concluíra o bacharelado em Direito, na Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Todavia, a vocação para o magistério já vinha de longe. "Eu já dava aula há muito tempo. Dei aula de Matemática no município. Então, acho que lecionar em cursinhos foi natural. Uma forma de ajudar os outros. Agora sou professora de Legislação Previdência".

Para ela, um dos segredos do sucesso, tanto para quem pretender concorrer às vagas de técnico quanto às de analista é saber mesclar a teoria com a prática. "É preciso compreender a teoria e aplicá-la em exercícios de provas anteriores. O candidato tem que ter uma metodologia de aprendizagem".

Em Legislação Previdênciaria a professora diz ser preciso enfatizar o Decreto 3.048, de 6 de maio de 1999, que está atualizado até outubro deste ano no site do Ministério do Planalto. Além disso, é fundamental ter em mãos o edital do último concurso que, no momento, deve ser a base para o estudo.

Para finalizar, ela deixou uma mensagem de incentivo: "Desejo a todos sucesso, e que saibam manter aquecida a determinação, a força e a esperança na jornada por um cargo público".



Um abraço!

Dicas gerais para quem vai prestar concursos

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Olá concurseiros. Segue abaixo um artigo sobre uma entrevista com o Psicólogo Fernando Elias José, psicólogo, membro da Sociedade Brasileira de Terapias Cognitivas e há doze anos trabalha na preparação de pessoas para provas e concursos.


Quais as principais dicas para quem quer se preparar bem para um concurso?
 
Primeiro: tenha objetivos claros, saiba o que você quer. É preciso ter esta certeza para conseguir a determinação necessária para enfrentar um concurso.
Além disso, organize-se. Tenha um cronograma diário de estudos. Entretanto, saiba que nem todo dia renderá igual ao outro. Como em tudo na vida, haverá dias bons, dias ruins, de maior e menor rendimento, mas tudo ajudará a construir seu conhecimento.

E além de estudar bastante, dê também valor ao descanso, ele é muito importante para a fixação dos conteúdos em sua memória. O indicado é, para cada 50 minutos de estudo, 10 minutos de descanso. Sem falar no sono, pois é durante ele que a memória trabalha.

Então, procure dormir bem. Divida o conteúdo de estudo diariamente em começo, meio e fim. Assim você conseguirá ter a sensação de conclusão diária, sem se frustrar porque “o conteúdo não acaba nunca”.


Também não se apavore diante da quantidade de conteúdo exigida para a prova. Dificilmente alguém chegará à prova sabendo tudo ou quase tudo. Saiba que um concurso é dividido em três partes: conhecimento técnico, fator emocional e sorte.

Portanto, fica claro que o saber é muito importante, mas não é tudo. É preciso encontrar um equilíbrio entre o conhecimento, o estudo, e suas questões pessoais.

Assim, dê também atenção ao lazer e, principalmente, entenda como se sente em relação ao concurso, aprendendo a lidar com estas emoções. Do contrário, o fator emocional pode atrapalhar e muito seu desempenho.

Outra dica: não fique pensando no concorrente! Você é seu maior concorrente! Prepare-se bem e vá confiante.
 
Quais as dicas para o dia do concurso?
 
A principal dica para a véspera o dia do concurso ou vestibular: não mude sua rotina!
Se você costuma se alimentar de uma forma, alimente-se daquela forma – nada de adotar dietas mirabolantes para turbinar o desempenho no dia da prova, para não correr o risco de chegar lá passando mal, tendo problemas estomacais e outras coisas que só irão atrapalhar.

Quanto ao sono, a mesma coisa: na noite anterior à prova, durma exatamente o mesmo que está acostumado a dormir nas outras noites.

Não tome remédio algum sem orientação médica.

Leve em consideração o fator ansiedade: é normal que no dia da prova você esteja naturalmente ansioso, nervoso. Conte com isso. Procure se informar sobre formas de se tranqüilizar com exercícios de respiração, de visualização criativa, e use isso a seu favor.

Na hora da prova, leia atentamente cada questão, sem afobação. E se der branco, saiba que não é nada além do que uma descarga excessiva de adrenalina, e não uma perda de conhecimento: o que você estudou e sabe ainda está ali, é possível resgatar. Acalme-se.

Geralmente, quem faz concurso sabe que, para passar, é preciso mais de uma tentativa. Como se motivar, diante deste quadro?
Primeiro, como já falei, tenha um objetivo claro. Esta será a maior motivação para tudo.

Escolha um concurso, não saia fazendo todos os que aparecem. Só assim será possível se administrar, se focar, e se preparar bem.

Saiba que sim, você poderá ter de fazer o mesmo concurso mais de uma vez até passar, mas também não se baseie nisso para se preparar com menos afinco. Dedique-se para passar a cada vez.

O importante é saber que concurso é persistência, e não velocidade. Se você se prepara e tenta, um dia vai passar. Mas se o foco for passar rápido, logo de cara, provavelmente não dê certo. A frustração é normal neste meio, mas lembre-se: só não passa quem desiste.
 
Qual é a maior motivação entre as pessoas que prestam concursos?
 
Na verdade, são três as motivações mais comuns: estabilidade, retorno financeiro e realização profissional.
 
Existe um perfil de pessoa que passa em concurso?
 
Sim: o persistente. Quem tem mais capacidade de insistir, de se preparar e de superar as frustrações, passa. Quem tem objetivo e insiste em busca dele, aliando conhecimento técnico e equilíbrio emocional e pessoal, passa. Quem desiste, não.

Como conquistar este equilíbrio?

O mais importante é você se conhecer. Saiba o que sente, que situações o deixam nervoso, o que desperta sua ansiedade e que efeitos isso geralmente gera. Conhecendo-se, busque uma forma de lidar com isso.

Muitas vezes a pessoa consegue isso sozinha, mas quando isso não acontece, é importante buscar auxílio profissional.
 
Quais os erros mais comuns entre as pessoas que prestam concurso?
 
Um dos erros mais comuns é não admitir que vai errar. Na prova, a pessoa vai enfrentar dificuldades, vai cometer erros. É normal.
Supervalorizar ou subestimar a prova também é um erro. Não fique pensando que é muito difícil ou muito fácil: prepare-se.

Achar que seu método de preparo é único e insubstituível. Procure se informar, conheça métodos diferentes, ouça dicas, esteja aberto.

Não conseguir equilíbrio emocional. Como já dito, se você não conseguir isso sozinho, busque apoio profissional.

E o apoio profissional é importante também na preparação técnica – há pessoas que conseguem se preparar, adquirir conhecimento necessário, sem a ajuda de um professor, sem dicas, enfim, sozinhas.

Mas são exceções: se você tem dificuldade em alcançar por conta própria o grau de conhecimento técnico e equilíbrio emocional necessários para um concurso, busque ajuda.


Um abraço!

Aprenda a se preparar para concursos

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Candidatos e professores relatam experiências e indicam maneiras de estudar. Adaptar os métodos é fundamental, bem como ter disciplina e dedicação.


Olá concurseiros. Parece óbvio, mas não é. A maioria dos candidatos aprovados em concursos públicos diz que, para passar em concurso público, não há segredo: basta se dedicar e estudar muito. Porém, o conselho nem sempre garante o sucesso em uma seleção. Ter tempo, disciplina e decidir exatamente o que se quer pode fazer a diferença entre um bom candidato e um concorrente com reais chances de conseguir a aprovação. O Jornal do Cespe/UnB entrevistou estudantes, professores e especialistas da área para indicar as melhores formas de se preparar para um concurso público.
“Não existe fórmula mágica para ser aprovado em uma seleção. É preciso estudar com dedicação, trabalhar os pontos fracos da formação para superar as dificuldades e reforçar os pontos fortes para poder fazer a diferença no momento da classificação” resume o diretor-geral do Cespe/UnB, Mauro Rabelo.

A opinião é compartilhada pela candidata Leidiana Rocha, 24 anos, que tenta uma das 312 vagas para os cargos de analista e de técnico do concurso do Tribunal Superior do Trabalho (TST), realizado pelo Centro em 17 de fevereiro. Natural de Anápolis (GO), Leidiana morou em Milão, onde trabalhou como vendedora de roupas na loja do marido. Antes de embarcar para a Itália, ela tentou alguns concursos na área de formação, Técnico de Enfermagem, até tomar a decisão de largar tudo e deixar o País. Depois de quatro anos no exterior, retornou ao Brasil. “Vim para Brasília. Mudei para estudar, graduar em Enfermagem e fazer concursos públicos. Aqui, há mais oportunidades nas seleções”, acredita.

Apesar de não haver vaga para sua área de formação, Leidiana acredita que a experiência com cargos administrativos, a promessa de estabilidade e bons salários foram decisivos na escolha do concurso para o TST. Durante a semana, a rotina é sagrada. A revisão das matérias é feita a partir das 7h da manhã até a hora do almoço. À tarde, curso preparatório até as 18h. O período da noite é de descanso, pelo menos, do estudo. “Escolhi estudar assim porque rendo mais. Estudar sem parar não é garantia de aprender tudo”, observa.


CRITÉRIOS

De acordo com a professora de Processo Civil Patrícia Dreyer, do Pró-Cursos, de Brasília, não há rotina certa ou errada. O aluno deve se adaptar ao próprio ritmo de aprendizado, sem deixar de se esforçar para assimilar mais. “O candidato precisa fazer a escolha e acreditar sempre que vai passar, mesmo que isso não aconteça da primeira vez”, afirma Dreyer. E ressalta: só assistir à aula não é suficiente. É preciso dedicar mais horas estudando. “Mas largar um emprego certo também deve ser pensado com calma. A pressão de ter que passar em um concurso público pode atrapalhar toda a preparação do candidato”, comenta.

Outros fatores que devem ser considerados são estabilidade e realização profissional. Segundo Patrícia, muitos candidatos escolhem os concursos pelo valor do salário oferecido e nem conhecem o trabalho que exercerão depois de aprovados. Outros pensam na vocação profissional que possuem e buscam órgãos onde possam desenvolver melhor a carreira. “Este tipo de candidato costuma se dedicar mais aos estudos, inclusive”, comenta a professora.

O biólogo José Braz, 29 anos, por exemplo, só faz concursos relacionados com sua área de formação. A meta é alcançar estabilidade e boa remuneração, sem deixar de trabalhar com o que gosta. “Resolvi fazer cursinho para aprender melhor as áreas de legislação e outras não relacionadas diretamente com a Biologia, como o Português”, explica. Braz continua no trabalho, mas evita sair para se divertir como antes. “Estou focando meu tempo nos estudos até passar em um concurso que quero”, admite.


PORTUGUÊS

É justamente na Língua Portuguesa – uma matéria exigida em todos os processos seletivos – que a professora aposentada do Departamento de Lingüística da UnB Lucília Garcez indica mais atenção. Além da gramática, ter conhecimento da linguagem é fundamental para a interpretação correta das questões e se sair bem na redação. “É preciso estar atento às notícias dos principais jornais e revistas para saber responder bem os questionamentos. Também é essencial treinar a escrita de redação. Um texto com letra ilegível não tem como ser corrigido”, alerta.

As provas do Cespe/UnB, por exemplo, privilegiam o conhecimento acumulado dos candidatos e a interpretação do conteúdo exigido. “Aliamos a cobrança das exigências para o cargo com os assuntos pertinentes à vida em sociedade sobre o que todo cidadão deve estar informado”, ressalta o coordenador acadêmico do Centro, Marcus Vinícius Soares. “A formação de um bom profissional começa antes mesmo do concurso, com a dedicação aos estudos e vontade de aprender”, observa.

Um abraço!

10 perguntas e respostas que lhe ajudarão a passar em concursos

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Olá concurseiros. Segue abaixo 10 perguntas e respostas que lhe ajudarão a rever seu método de estudo e refletir sobre algumas atitudes e sacrifícios que as pessoas quem passaram em concursos tiveram que fazer. Saibam que o sofrimento é temporário, porém a satisfação é para sempre. Vamos ao que interessa, as dicas encontram-se abaixo:

1- Qual é a perfil de pessoas que mais têm sucesso nos concursos públicos?

Os primeiros colocados em concursos geralmente possuem um objetivo bem definido, métodos eficientes de estudo, disciplina e regularidade nos estudos, começam a estudar antes da publicação do edital e prestam vários concursos até conseguir a aprovação desejada.


2- Como deve ser a preparação para um concurso?

O ideal é que o candidato começe a preparação o quanto antes, de preferência muito antes da publicação do edital, estudando as matérias básicas como língua portuguesa e matemática. Após o edital, o foco deve ser as matérias específicas para o cargo. É muito importante fazer um planejamento inicial de como será a preparação e organizar os horários, locais e materiais disponíveis para os estudos.


3- Como conciliar trabalho e estudo para o concurso?

É totalmente possí­vel conciliar trabalho e estudo, estima-se que mais de 70% dos inscritos em concursos trabalham. Largar o emprego para se preparar para um concurso não é recomendado, visto que só aumenta a pressão e o nervosismo. O candidato deve adequar um horário especí­fico em meio a sua rotina diária apenas para se dedicar ao estudo, acordar mais cedo ou estudar a noite e aos finais de semana podem ser suficientes para garantir a classificação.


4- Quantas horas diárias são necessárias? Há métodos para estudar para esse tipo de concurso?

O candidato não deve se preocupar com a quantidade de horas diárias de estudo por dia, visto que 1 hora de estudo concentrado vale mais do que 3 horas de estudo incorreto. A quantidade de horas de estudo ideal é a máxima possível, sem comprometer o rendimento do estudo e prejudicar a qualidade de vida. Por isso é importante adotar métodos eficientes de estudo.
Há várias formas (sozinho ou em grupos, em cursos preparatórios, com apostilas e livros específicos, através da internet, assistindo vídeo-aulas...) e métodos (técnicas de memorização, cronogramas, métodos de revisar, técnicas de fazer a prova...) para otimizar os estudos para concursos, cabe a cada candidato verificar qual se adequa melhor ao seu aprendizado.


5- Como funciona o tempo de espera para ser chamado para assumir o cargo, sendo que já passou no concurso?

A simples classificação no concurso dentro do número de vagas oferecidas, não garante a convocação imediata, visto que os concursos públicos têm prazos de validade (que geralmente são de 2 anos podendo ser prorrogados por igual perí­odo) e o órgão contratante pode convocar conforme sua disponibilidade durante o período estipulado.


6- A maioria dos concursos são feitos em uma etapa de prova somente?

A grande maioria dos concursos públicos possuem apenas uma etapa, a prova objetiva, que geralmente é  constituí­da de 50 questões de múltipla escolha com 5 alternativas cada. Porém, alguns exigem outras etapas como por exemplo: provas de digitação para áreas administrativas, provas de aptidão fí­sica em concursos na área de segurança pública, provas orais, provas práticas e provas de títulos que visam aumentar a pontuação no concurso para candidatos que possuem diplomas de graduação, especialização e outros.


7- Como se livrar das pegadinhas nas questões das provas?

Para não cair nas famosas "pegadinhas", os candidatos a concursos devem treinar muito, fazendo simulados com provas de concursos anteriores, que foram elaboradas pela mesma instituição. Desta maneira, o candidato acabará percebendo a tendência de raciocínio que as provas seguem.


8- Em quais quesitos que a maioria das pessoas erram ou vão mal na prova de concursos?

Um dos principais erros que fazem muitos candidatos irem mal nas provas, é a falta de preparação para fazer a prova. Não visitar o local com antecedência, chegar atrasado ou em cima da hora, comer inadequadamente na véspera, não levar o material recomendado, não controlar o tempo para resolver as questões e para preencher a folha de respostas, além do nervosismo e afobação,  são exemplos de erros simples que muitos candidatos ainda cometem e com isso reduzem consideravelmente o seu rendimento na prova.


9- Cite algumas (em torno de 10) dicas básicas para as pessoas continuarem com motivação para estudar para concursos e para ir bem nas provas?

Passar em um concurso público, não é tarefa tão simples, exige bastante esforço para superar a concorrência cada vez maior. Para não desistir no meio do caminho e conquistar o cargo desejado, o candidato deve seguir algumas dicas básicas:
1 Objetivo - Definir qual cargo ou em qual área deseja ingressar
2 Planejamento - Planejar como irá estudar e definir horários
3 Métodos - Utilizar métodos de estudo eficientes
4 Disciplina - Manter disciplina e regularidade
5 Revisão - Fazer resumos e utilizá-los para revisar a matéria
6 Treino - Fazer muitas provas, questões e simulados de concursos
7 Lazer - Reservar um tempo para o lazer e descanso da mente
8 Motivação - Pensar nos benefícios da conquista
9 Prova - Se preparar adequadamente para o dia da prova
10 Perseverança - Aprender com os erros e continuar tentando até conseguir


10- Quais são as vantagens de se passar em um concurso público?

A carreira pública oferece estabilidade, remuneração inicial acima da média do mercado, bons benefícios, regime de aposentadoria diferenciado, carga horária reduzida e possibilita ao aprovado a condição de fazer planos a longo prazo e  melhorar sua qualidade de vida. Alguns cargos ainda podem proporcionar um status social elevado, como juízes, procuradores, diplomatas dentre outros.

Um abraço!

Estudar constantemente e nunca desanimar ainda é o melhor caminho para a aprovação

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Olá concurseiros. Estudo constante e nunca desanimar, caso não consiga a aprovação em determinado concurso. Estas são as principais dicas para quem pretende conquistar uma vaga no funcionalismo público, segundo professores de cursos preparatórios. Eles ressaltam que o tempo e o estudo despendidos para determinado concurso nunca são perdidos e podem ser aproveitados posteriormente, caso o candidato resolva ingressar em outro cargo.
Especialistas explicam que várias disciplinas, como Língua Portuguesa, são essenciais e costumam ser cobradas em todos os concursos, seguindo programas bastante semelhantes, compatíveis com o respectivo grau de escolaridade. Desta forma, mesmo que o candidato consiga ser aprovado em determinado concurso, pode continuar se preparando e tentar ingressar em outros cargos, com maior remuneração ou prestígio, desde que procure se aprimorar constantemente e continue se preparando adequadamente.


O essencial, segundo os professores, é não perder o estímulo, caso o candidato não consiga a aprovação em determinado concurso. Ressaltam que muitos servidores que ocupam cargos de destaque e recebem remunerações consideradas invejáveis, em algum momento da vida profissional já passaram pela frustração de não conquistar uma vaga.

É o caso do juiz federal William Douglas, titular da 4ª vara Federal de Niterói (RJ) e considerado um dos mais respeitados especialistas em concursos públicos do país, autor de diversos livros voltados especificamente sobre a conquista de vagas no funcionalismo público. Ele explica que já passou pela frustração de não conseguir ser aprovado em determinado cargo quando, em 1980, tentou ingressar no Colégio Naval.

Segundo o especialista, para quem realmente deseja conquistar uma boa colocação nos concursos públicos e, conseqüentemente, no funcionalismo, o segredo está na persistência e na quantidade certa de tempo e trabalho, aliada à autocrítica. “Muitas vezes, candidatos com capacidade mediana conseguem aprovação, em detrimento de outros muito inteligentes, o que ressalta que o ingresso no funcionalismo exige, acima de tudo, bastante planejamento a longo e médio prazos”, diz o especialista.

Um abraço e persista que sua hora chegará!

8 conselhos de um dos maiores especialistas em concursos

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Olá concurseiros. Autor de vários livros sobre como passar em concursos públicos, o juiz federal William Douglas dá 8 conselhos para quem quer se preparar para concursos. Ele já passou em 7 concursos e é uma das maiores referências na área aqui no Brasil. Veja abaixo quais são:

1 - Concurso não se faz para passar, mas até passar. A maioria dos aprovados tentou em média doze vezes antes. Por isso, não desista.

2 -  É possível estudar sozinho e passar. Mas não deixe de fazer os simulados oferecidos pelos cursos preparatórios.

3 - Tem mais chance de sucesso quem se inscrever em vários concursos. Mais de 80% das questões são parecidas para uma mesma carreira.

4 - Faça uma redação todos os dias. Ela é o funil dos concursos. Em caso de empate, o avaliador dará preferência a quem tem clareza no pensamento e capacidade de organizar idéias.

5 - Não tente fazer mais do que você pode. Uma hora por dia de estudo com concentração é melhor do que cinco horas mal estudadas.

6 -  Estudo mais as matérias de que menos gosta. São com certeza aquelas que você menos domina.

7 - O concurso público é parecido com um vestibular. Siga as dicas dos vestibulandos. Na véspera da prova, descanse.

8 -  Não é preciso ser um gênio para ser aprovado. Nem sempre quem tira o primeiro lugar é aquele mais inteligente ou quem frequentou as melhores escolas. O vencedor é quem não perdeu o foco.


Um abraço!

Dicas para quem não sabe por onde começar a estudar Direito Previdenciário

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Olá concurseiros. Estava pesquisando alguns materiais na internet e achei um arquivo interessante para quem está se preparando para o concurso do INSS (o edital pode sair em dezembro). Trata-se de algumas dicas para estudar Direito Previdenciário. Serve como um meio de orientação para quem não sabe por onde começar. Espero que ajude muita gente.






OBS: Todos os créditos devem ser dados a Alexsandro C Cruz e Elaine Cristina que elaboraram o material.


Um abraço e estamos juntos no concurso do INSS (vou ajudar todos no que depender de mim)!

Dicas de especialistas para quem está estudando para o concurso do Ministério Público da União (MPU)

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Olá concurseiros. O concurso do Ministério Público da União, cujo edital foi divulgado na última semana, é um dos mais esperados do semestre. As inscrições estão abertas para quem tem nível médio e superior. Há oportunidades em todo o país para profissionais de qualquer área e para quem tem formação específica – técnicos e analistas. Estão envolvidas carreiras pouco usuais, como medicina, arqueologia e biologia, entre outras.
São 594 vagas, mas existe um projeto de lei (5491/09) em tramitação que propõe a criação de 6.804 cargos para o MPU. Com isso, é razoável esperar que sejam nomeados mais aprovados do que o previsto. O salário vai de R$ 3.993,09, para nível médio, a R$ 6.551,52, para nível superior. As provas estão marcadas para 11 (cargo de analista) e 12 de setembro (técnico).

QUESTÕES MULTIDISCIPLINARES
 
Houve surpresas no edital. Mudou a organizadora, que deixa de ser a Fundação Carlos Chagas (FCC), do concurso anterior, e vem o Cespe-UnB, que costuma ter questões do tipo “certo e errado”. Cada marcação incorreta representa 0,5 ponto negativo; isso é uma vantagem, pois o candidato pode arriscar um pouco mais nos casos em que tiver dúvida. Quando a cada erro era descontado um ponto, era preciso mais cuidado.
Outra característica importante dessa banca são as questões multidisciplinares. Não adianta estar muito bem preparado em algumas matérias e muito perdido em outras –isso pode comprometer a análise dos itens que contiverem informações sobre mais de um assunto e resultar em erros.
Quem vinha se preparando com base no edital do concurso de 2006 pode ter ficado decepcionado: mudaram todas as disciplinas específicas. De qualquer forma, quem já vinha estudando sai na frente em relação às básicas , que se mantiveram.

ESTRATÉGIA DE ESTUDO

A melhor estratégia de preparação para concurso público é sempre iniciar o estudo pelas matérias básicas, que não costumam sofrer alterações no edital. O domínio dessas Disciplinas deixa o candidato mais à vontade na distribuição do tempo após a publicação do edital, quando poderá priorizar o estudo das específicas.
Divulgado o edital, é preciso cuidado para não deixar de lado a manutenção das básicas, que representam recurso importante na hora da prova – vantagem sobre os candidatos de última hora, que têm de estudar tudo ao mesmo tempo.
Assim, as orientações principais para esses dois meses são: preparar um quadro com horários de estudo e distribuir as disciplinas a serem estudadas a cada dia. É importante dedicar mais tempo àquelas para as quais se está menos preparado, separando um período para revisões dos conteúdos já conhecidos.

PROVAS ANTERIORES DA ORGANIZADORA

Fazer provas anteriores do Cespe também é essencial para estar mais acostumado ao tipo de questões e perceber os detalhes que costumam fazer a diferença ao examinar a prova. Candidato que conhece bem o estilo da banca garante melhor resultado do que aquele que se dedicou somente ao estudo da teoria.
Para quem inicia a preparação a partir da publicação do edital, é mais vantajoso estudar a partir das provas anteriores da organizadora e depois seguir para a teoria solicitada nas questões. Isso trará mais objetividade ao estudo, essencial para quem tem pouco tempo para se familiarizar com muitos assuntos novos.

CHANCE EM DOBRO

No edital do MPU, a similaridade de matérias para os cargos de técnico e analista, acrescida do fato de que as provas acontecerão em dias diferentes, sugere que quem tem nível superior deve considerar a possibilidade de se inscrever para os dois cargos. Claro que existe o risco do cansaço na segunda prova – cada um deve avaliar suas condições. Por outro lado, as chances de aprovação também são ampliadas.

Fonte: G1

Um abraço e bons estudos

Dicas para não ser desclassificado em Concursos Públicos e Estratégia de Estudo

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Olá concurseiros. Segue abaixo um artigo com algumas observações que você deve estar atento para não ser desclassificado em concursos. Muitos concurseiros experientes já devem saber todas essas observações, mas as dicas vão ajudar muito os iniciantes. Também tem dicas de estratégias de estudos. Reforçando o artigo, sempre que forem fazer um concurso, na hora da prova, começem a resolução pelas questões das matérias específicas para garantirem o máximo de questões nelas, pois será de grande ajuda na hora do critério de desempate. Bem, vamos ao artigo:
"Às vezes, o candidato está tão focado no conteúdo que esquece de observar coisas simples que estão no Edital", diz diretor do LFG

Os concursos públicos são considerados uma fonte segura de emprego e renda. Entretanto, quem quer seguir uma carreira pública deve se dedicar não só ao estudo do conteúdo, mas também ao Edital.
Ao menos, esta é a sugestão do diretor pedagógico da rede de ensino LFG, especializada em concursos, Marco Antônio Araújo.

“Às vezes, o candidato está tão focado no conteúdo que esquece de observar coisas simples que estão no Edital, mas que podem levar à desclassificação, como o uso de uma caneta de cor diferente”, exemplifica

O que desclassifica?

Ainda de acordo com o especialista, no geral, o uso de aparelhos eletrônicos - como celulares e relógios - e corretivo pode levar o candidato a uma vaga em um concurso público à desclassificação.
Além disso, mesmo sendo aprovado na prova, o candidato pode ser preterido caso tenha sido exonerado de outro cargo público por crime inflamante, ou mesmo, esteja respondendo por este tipo de crime, que por sua vez, pode ser exemplificado por uma briga de trânsito que acaba levando a pessoa a agredir alguém.

Estratégias de estudo

No que diz respeito às estratégias de estudo, Araújo diz que estas também podem prejudicar quem pensa em adquirir um cargo público, sendo que, para ele, o Edital também pode ajudar nesta questão.
Isso porque, explica, pelo Edital, é possível conhecer o conteúdo e definir a estratégia de estudo focando naquilo que é mais importante. Atitude, aliás, que deve ser repetida na hora da prova.
“O aluno precisa saber o que estudar, verificar quais são os temas mais recorrentes em provas anteriores e definir sua estratégia de estudo com base nisso. Na hora da prova, ele deve saber administrar o tempo e começar a prova pelas questões de maior peso”.


Um Abraço!

Por : Equipe infomoney

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